quinta-feira, 22 de julho de 2010

questinando a loucura.

Para e repara: olha o jeito dele sorrir. Não, como você não esta vendo, veja as suas palavras são tão suaves, não tem como não ouvir o som contagiante que sai quando ele fala. Olha bem, será que você não enxerga a atração do olhar que só ele tem? Como pode estar tão cega, não há nada igual e você nem se quer reparou.
Bem parece que vocês estão realmente ficando loucos, pois eu vejo a perfeição que é vê-lo viver...
Meu Deus será que eu é que não estou enxergando bem?

quinta-feira, 15 de julho de 2010

ih o amor.

Não há como se segurar, é como uma grande onda forte que vem e mesmo sem querer e nos arrasta.
Ah, esse amor, juro como não gostaria de senti-lo, mas só de pensar em não lhe ter nem em pensamento, isso me deixa quase doente. Haverá dor, eu sei, mas enquanto o estremecer dentro do meu peito continuar em apenas lembrar de você, e os pelos do meu corpo se arrepiarem quando eu falar seu nome, ah eu vou continuar te desejando, te esperando e te amando.

terça-feira, 13 de julho de 2010

O encontro

Na rua que eu ando, não existem pessoas, só há um vão escuro e rastros e eu curiosamente sigo todos os fios, e me agarro em todas as linhas de esperança que sem querer você deixa cair e depois de todas as pistas me vejo em sua frente, olhando fixamente pra você, depois de um toque, sinto a temperatura mudar- as vezes sobe, outra vezes desce completamente- as cores tomam mais nitidez e algo dentro de mim se sacode, e bate tão forte que chega a doer um pouco, e eu não posso mais negar: como doi gostar de você.

Saudade.

Li uma vez que a coisa que mais doi é a suadade, a saudade de quem se ama.
Pois saudade é não saber.
E eu digo, não saber se ele continua a apertar os olhos pra poder enchergar algo distante, não saber se fez suas lentes azuis, não saber se ainda almoça devagar, não sabe se ainda toma banho todos os dias na hora de almoço, não saber se ainda é o ultimo a sair da escola, não saber se ainda é ele mesmo que corta os cabelos, não saber se esta se acostumando a usar seu aparelho movel, não saber se ainda tem costume de parar com as mãos na cintura, não saber se ainda usa a camisa que dei, não saber por vezes se lembra de nós, não saber se ainda existe sentimento.