Tenho tanto guardado pra dar, mas não me permitia da pra qualquer um, ficou acumulando tanto tempo a sua espera, e hoje sei que não lhe darei mais nada. Porque dessa vez eu não mais devo dar, o que eu tenho pra você é muito, e muito não combina com você.
O que eu tinha pra lhe dar, era tanto, mas tanto, que agora pareço não mais precisar, estou doando, como quem doa roupas antigas, o que eu sinto agora não passa disso, e como as roupas darei um fim a peças antigas, velhas, rasgadas e pequenas. Há lembranças assim como roupas que não queremos dar um fim, mas de que adianta se não nos serve mais? Então vou enfim me desfazer de tudo que você me faz. E vou a traz, de um novo guarda-roupas.
Tudo acontece assim de repente, e quando nos vemos assim por acaso, perguntamos se o acaso realmente existe.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Existe tantas coisas que eu necessitaria dizer - pra poder tentar enfim tira-las de dentro de mim, poder expulsa-las atravez da melhor forma que arrumei - mas passo horas e horas tentando vomitar palavras de qualquer jeito, mesmo que não façam sentindo algum, e posso dizer não consigo dizer absolutamente nada que sinto.
Tantas coisas poderiam ser ditas, mas a ausencia das palavras certas me fazer temer, eu queria poder dizer tudo, sem faltar nem uma virgula se quer, queria poder dizer tudo, com todos os acentos e pontos, para que não sobrasse nada aqui dentro de mim, mas a única coisa que eu consigo fazer, é em pensar em expulsar algo que não quer de nenhuma forma sair de mim.
Tantas coisas poderiam ser ditas, mas a ausencia das palavras certas me fazer temer, eu queria poder dizer tudo, sem faltar nem uma virgula se quer, queria poder dizer tudo, com todos os acentos e pontos, para que não sobrasse nada aqui dentro de mim, mas a única coisa que eu consigo fazer, é em pensar em expulsar algo que não quer de nenhuma forma sair de mim.
domingo, 18 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Volta pra mim?
Você não precisa de mais do que três palavras pra me convencer a estar com você, mais eu passo horas imagiando textos que poderiam ser ditos por você, e ainda acompanhados de cenas criadas por minha imaginação, onde eu sempre o encarava com uma surpresa, e o melhor tinha na ponta da lingua, se assim posso dizer, respostas prolixas, que arrodiavam, arrodiavam chegando a uma e unica conclusão: O nosso novo recomeço. Assim imagino, e repito isso como uma terapia, diversas vezes na semana, do jeito que algumas vezes me esforço pra tentar pensar em coisas sureais a momentos em que em nadaa tento, e contextos surgem de forma inesperadamente e crio diversos casos a maioria todos de formas diferente mas com aquele velho objetivo de sempre, creio que faço tudo isso, de forma que se um dia ousar de acontecer, assim um dia qualquer, eu ja esteja realmente pronta, para de uma vez poder lhe dizer tudo.
Mas no fundo eu sei, que se um dia isso vim de acontecer, não será com discursos embaraçosos e emocionante, de fazer os olhinhos lacrimejarem quando lembrar diversas vezes daquelas palavras [porque sei que iria lembrar de todas elas] será algo simples, como apenas três palavras: volta pra mim?
E eu responderei meio sem palavras, e sem pensar em nenhum dos textos imaginados em vão, responderei ainda mais simples que ele com uma única palavra fatal: volto!
Mas no fundo eu sei, que se um dia isso vim de acontecer, não será com discursos embaraçosos e emocionante, de fazer os olhinhos lacrimejarem quando lembrar diversas vezes daquelas palavras [porque sei que iria lembrar de todas elas] será algo simples, como apenas três palavras: volta pra mim?
E eu responderei meio sem palavras, e sem pensar em nenhum dos textos imaginados em vão, responderei ainda mais simples que ele com uma única palavra fatal: volto!
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